O trabalho de Constelações Familiares nos leva a resultados surpreendentes, movimenta nossas emoções mais profundas e nos leva a reconhecer que , ao fazer parte da grande família humana, temos muito em comum. Afinal, há um papel que todos desempenhamos nesta vida: : o de filhos...
Nos workshops que temos dirigido é frequente ouvir dos que participam como representantes o quanto percebem a respeito de si mesmos ao representar os membros da família de uma pessoa que nem sequer haviam visto anteriormente. O quanto é recompensador sair de sua própria posição e representar- sentindo o que sentem- pai, mãe, filho, esposa ou marido...
Ao se conectar com o campo morfogenético do participante que traz uma questão para ser trabalhada, o representante se deixa colocar no lugar de um membro do sistema familiar do cliente-em geral, alguém até então desconhecido para ele, e apenas percebe suas sensações físicas e emocionais e as relata ao constelador (facilitador). É a partir daí que o trabalho realmente inicia. Sensações de frio ou calor, riso ou choro, movimentos são feitos sob o comando do campo e, uma forma- uma constelação de relações- se materializa para ser vista,sentida e harmonizada. Ao final do workshop sabemos tanto e, ao mesmo tempo, tão pouco, daquela pessoa que representamos e que, talvez, não venhamos mais a encontrar... mas sentimos gratidão pela possibilidade daquele encontro, vemos nossa força e a do outro e nos respeitamos...cada um lidando com sua parte, com seu lugar no sistema que lhe deu a vida- o bem maior.
Trabalhar como consteladora é perceber e respeitar o destino de cada um, abrir mão de julgamentos e de apriores e se deixar conduzir guiada pelo objetivo do cliente, é sentir e confiar. Um trabalho profundo e gratificante por seu movimento e pelos bons resultados que temos obtido.
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